quinta-feira, 28 de abril de 2011
O EX BRUXO TIO CHICO NÃO MORREU
!
Testemunho do Ex-Bruxo Tio Chico, Hoje Pr. Francisco Vieira - Francisco Vieira
Segundo o que relatam jornais e boatos em igrejas do Estado da Bahia e Estados Vizinhos, o Pastor Francisco Vieira teria sido assassinado a mando de políticos e pessoas da elite que ele desvenda suas sujeiras que não são divulgadas pelos canais de televisão.
À todos os irmãos em Cristo, creia isto é mais um levante do diabo para parar o seu testemunho, por que milhões de almas tem se entregue ao Senhor através do seu testemunho, que não são todos que tem esta coragem de desvendar as sujeiras encobertas pelos poderosos de alguns canais de TV.
Após o Diabo tentar calar sua boca, no ano de 2001 assassinando sua filha com 12 anos de idade, mostrado com exclusividade na rede Globo, agora ele tenta parar com esta mentira. Para você pensar:
Como as igrejas convidariam acreditando neste boato? morto não fala, não é verdade?
Segundo o que relatam jornais e boatos em igrejas do Estado da Bahia e Estados Vizinhos, o Pastor Francisco Vieira teria sido assassinado a mando de políticos e pessoas da elite que ele desvenda suas sujeiras que não são divulgadas pelos canais de televisão.
À todos os irmãos em Cristo, creia isto é mais um levante do diabo para parar o seu testemunho, por que milhões de almas tem se entregue ao Senhor através do seu testemunho, que não são todos que tem esta coragem de desvendar as sujeiras encobertas pelos poderosos de alguns canais de TV.
Após o Diabo tentar calar sua boca, no ano de 2001 assassinando sua filha com 12 anos de idade, mostrado com exclusividade na rede Globo, agora ele tenta parar com esta mentira. Para você pensar:
Como as igrejas convidariam acreditando neste boato? morto não fala, não é verdade?
Fonte: http://pt.shvoong.com/society-and-news/spirituality/1999790-ex-bruxo-tio-chico-n%C3%A3o/#ixzz1Kql3SlSP
Poder de Deus enche acampantes do retiro de jovens de Rio Largo
DivulgaçãoReumadese 2011 teve a manifestação da glória de DeusReumadese 2011 é sempre realizado no feriado da PáscoaA União da Mocidade da Assembleia de Deus Sede de Rio Largo (Umadese), sob direção geral do pastor Arnóbio Tavares Lima e coordenação do diácono Edimilson Marinho e sua esposa, Ilka Marinho,...
Renovo espiritual marca festa na AD Cleto Marques
domingo, 24 de abril de 2011
Escola Bíblica de Obreiros (EBO) na cidade de Cabedelo-PB
...PAI, TÔ COM FOME!!!...
- Pai, tô com fome!!! O pai, Agenor , sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência.... - Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai!!! Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente... |
As lições do fermento pascal
Tdição judaica extra-bíblica era extremamente rigorosa em relação ao uso ou não do fermento
A palavra fermento vem do latim “fermentum” (fermento) e que traduz o termo grego “zimé”. Por outro lado, o hebraico possui os termos “hamets”, que significa “aquilo que é fermentado”; “homets”, que quer dizer vinagre, azedo; e “mahmetset”, que refere-se a qualquer coisa fermentada.
A tradição judaica extra-bíblica era extremamente rigorosa em relação ao uso ou não do fermento. De acordo com a Enciclopédia Judaica na noite precedente da Páscoa, é exigido de todo lar judeu que observe, o que denominam de cerimônia do Bedikat Chametz, isto é, a “A Busca do Fermento”.
O ritual extremamente meticuloso orienta o chefe da família a andar por toda a casa a procura de pedacinhos de pão fermentado – o “chametz”, durante os dias que dura a cerimônia pascal. O propósito de tal rito é certificar-se de que somente o “matzar”, isto é, o pão sem fermento pode ser comido.
O cerimonial detalha ainda que aquele que foi encarregado dessa missão deve munir-se de uma vela, uma colher de pau, e um espanador de penas de galinha ou de ganso para que caso encontre algum resíduo de pão possa espanar para dentro da colher. Tendo feito isso então ele pronuncia a bênção: “Abençoado seja tu, (...) que ordenaste que removêssemos o fermento”.
No dia seguinte ele queima o fermento encontrado! Se porventura alguém fosse encontrado com fermento durante esse período era punido com a pena de 39 chicotadas! O ritual, portanto, era em extremo rigoroso no antigo judaísmo a ponto dos utensílios da cozinha serem banhados em água fervente, ou vigorosamente esfregados na areia.
Embora essa tradição hebraica revele vários aspectos de um judaísmo posterior, e que em muitos aspectos difira dos costumes adotados pelo cerimonial mosaico (Êx 12), todavia mostra como o povo judeu ao longo do tempo levou a sério a simbologia por trás do uso do fermento em suas cerimônias religiosas.
Para ler esse artigo na íntegra adquira o Jornal Mensageiro da Paz, edição de Abril 2011, através do telefone: 0800 021 73 73.
* José Gonçalves é pastor, escritor, comentarista de Lições Bíblicas da CPAD, professor de hebraico, grego, Teologia Sistemática e vice-presidente da Comissão de Apologia da CGADB.
A tradição judaica extra-bíblica era extremamente rigorosa em relação ao uso ou não do fermento. De acordo com a Enciclopédia Judaica na noite precedente da Páscoa, é exigido de todo lar judeu que observe, o que denominam de cerimônia do Bedikat Chametz, isto é, a “A Busca do Fermento”.
O ritual extremamente meticuloso orienta o chefe da família a andar por toda a casa a procura de pedacinhos de pão fermentado – o “chametz”, durante os dias que dura a cerimônia pascal. O propósito de tal rito é certificar-se de que somente o “matzar”, isto é, o pão sem fermento pode ser comido.
O cerimonial detalha ainda que aquele que foi encarregado dessa missão deve munir-se de uma vela, uma colher de pau, e um espanador de penas de galinha ou de ganso para que caso encontre algum resíduo de pão possa espanar para dentro da colher. Tendo feito isso então ele pronuncia a bênção: “Abençoado seja tu, (...) que ordenaste que removêssemos o fermento”.
No dia seguinte ele queima o fermento encontrado! Se porventura alguém fosse encontrado com fermento durante esse período era punido com a pena de 39 chicotadas! O ritual, portanto, era em extremo rigoroso no antigo judaísmo a ponto dos utensílios da cozinha serem banhados em água fervente, ou vigorosamente esfregados na areia.
Embora essa tradição hebraica revele vários aspectos de um judaísmo posterior, e que em muitos aspectos difira dos costumes adotados pelo cerimonial mosaico (Êx 12), todavia mostra como o povo judeu ao longo do tempo levou a sério a simbologia por trás do uso do fermento em suas cerimônias religiosas.
Para ler esse artigo na íntegra adquira o Jornal Mensageiro da Paz, edição de Abril 2011, através do telefone: 0800 021 73 73.
* José Gonçalves é pastor, escritor, comentarista de Lições Bíblicas da CPAD, professor de hebraico, grego, Teologia Sistemática e vice-presidente da Comissão de Apologia da CGADB.
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